Sangria

Autores: Euna Britto de Oliveira

Sangria
A veia aberta parou de sangrar porque eu quis. Tantas letras escorriam dela que fiquei amarela... Não vou dizer que foi fácil estancar a poesia! Antes, tive de curar a agonia. Quando eu era ainda minúscula metade de mim, sabia para que lado correr... Agora é que não sei? Sei! Corro para Deus, de quem sou partícula eterna, meu Sol, não simples lanterna!

A mão de Leonina protege a neta, Euna...

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