Fadiga
Autores: Euna Britto de Oliveira
BH, 02/06/2004. ENCONTRO DAS ÁGUAS DOS RIOS NEGRO E SOLIMÕES Um fenômeno natural que inspira poetas, encanta amantes da natureza, deslumbra turistas e instiga pesquisadores: o encontro das águas do rio Negro com as do rio Solimões. Dois portentos da bacia hidrográfica da Amazônia marcam um encontro nas proximidades de Manaus, capital do Estado do Amazonas, para um embate de força e beleza. As águas do rio Negro, cujo nome deriva da sua cor, passam diante de Manaus e, após 10 quilômetros, disputam a supremacia do leito do rio Amazonas com o Solimões. Por cerca de seis quilômetros, os dois rios correm paralelos, medindo forças, sem misturarem suas águas. O Solimões, que carrega consigo grande quantidade de sedimentos sólidos e terras caídas dos barrancos, em cujas várzeas férteis o caboclo faz seus plantios, possui uma velocidade de 4 a 6 km/h e uma temperatura de aproximadamente 28ºC. Seu oponente, o Negro, de águas ácidas e extensas praias de fina areia branca, tem menos pressa: 2km/h é a sua velocidade; a temperatura é mais baixa, 22ºC. (Informações e ilustração tiradas da internet)