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Autores: Euna Britto de Oliveira

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Sentados no banco rústico que comprei com o meu suor, as palavras de censura, a expressão do gigante da estória de "João e o pé de feijão", o desapreço... Enquanto isso, a liberdade amordaçada inventa qualquer coisa para fazer e não ver o tempo passar... O tempo que agora é de aceitar!!! Barras de ferro, barras de palavras!... Livres, os urubus sobrevoam o espaço onde estamos. O coração pede passagem e o Juiz de Paz diz: —"Deixem de bobagem!" Felicidade é coisa passageira. Um dia, ainda vou ser ligeira, um dia ainda vou ser feliz! Se não for neste mundo, será no outro !

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