O amor é vida! E brilha!....

Autores: Euna Britto de Oliveira

O amor é vida! E brilha!....
O amor humano é inconstante: Hoje, ama!... Amanhã, não ama. Não dá pra entender. O amor de Deus é infinito, incondicional, certo e permanente – todos os dias, todas as horas, Todos os anos, todos os séculos, todos os milênios, por toda a eternidade!... O amor humano e suas curvaturas... É imprevisível. E suas rupturas... É quebradiço. É ganho, sujeito a perda... Sei de mim, que já amei e desamei, Fui amada e desamada. Desalmada, nunca. Despreparada para a dádiva, Desarmada... Amor aprendiz. O amor é sempre Deus no humano, É Deus em nós, Que o acolhemos, Ou o afugentamos e abandonamos... O amor não é alguém, O amor é graça que eleva ao estado de graça E confere a graça de estado. Sua possibilidade nunca passa!... Se roubado, mortifica. Restituído, plenifica!... É unção, É o Amém de Deus sobre nós! O que santifica! É isto que sei do amor, E ainda não sei quase nada!...

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ SÃO PAULO - 1 Coríntios 13, 1-13: Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom da profecia e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, se não tiver amor, nada sou. Ainda que eu reparta todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada me aproveita. O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso, não é arrogante nem orgulhoso, nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento. Não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará. As profecias terão o seu fim, o dom das línguas cessará, e a ciência será inútil. Pois o nosso conhecimento é imperfeito, e imperfeita é também a nossa profecia. Mas, quando vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Mas, quando me tornei homem, deixei o que era próprio de criança. Agora, vemos como num espelho, de maneira confusa; depois, veremos face a face. Agora, conheço de modo imperfeito; depois, conhecerei como sou conhecido. Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança, o amor; mas a maior de todas é o amor.

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