Secura

Autores: Euna Britto de Oliveira

Secura
Era um canto triste e ensimesmado, era uma cantiga de menino abandonado... Era um canto triste e desolado, era uma casa onde o amor foi descartado... O amor fugiu e ninguém viu! Não vês a bruxa magrela com a saia presa nas ancas e umas unhas enormes querendo enganar e esganar?... A pose da aurora restaura as causas bem começadas que os dias passados corroeram, mas as mil e uma noites não deram como encerradas... Era uma casa grande para a rotina morar, era uma louca que rifava espaços, era uma clara confissão de humanidade! Quem tiver pra vender, eu compro, a casa menor dessa cidade... E a Paz.

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