Fins-de-mundo

Autores: Euna Britto de Oliveira

Ah, quantos fins-de-mundo no mundo, Povoados!... O homem gosta de fins-de-mundo De lugares feios, ermos, áridos Isolados Ou será necessidade? Meu dedo tonto no mapa, Aponto E digo: – É aqui! Já estive aqui E, quando aqui estive, Errei o que não soube acertar. Deus, rente comigo, Vê que não mente Quem o tem consigo! Nem sempre, Mas muitas vezes Consigo acertar, sim! Para desaponto Dos desavisados... Dos despreparados... Dos incrédulos.

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